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Apesar de meus 19 anos e curiosa que sou, nunca havia me despertado o sentimento da bissexualidade, até que um certo dia me interessei em assistir um pornô lésbico, enquanto procurava um vídeo para me masturbar. Aquilo soou estranho no começo, mas por fim, aos poucos as cenas foram me agradando e eu cada vez mais gostando de ver duas mulheres se pegando. Quando me dei conta, já massageava o meu grelo vendo aquelas mulheres se beijando, e foi uma sensação tão gostosa que acabou se tornando um hábito. A partir de então tornou-se um hábito para mim tocar umas siriricas assistindo esses tipos de vídeos.

Só o que vinha a minha cabeça era a fantasia de transar com outra mulher. Comecei a olhar e admirar com outros olhos as minhas amigas, acha-las bonitas e atraentes. No fundo aquilo tudo ainda me causava uma certa confusão em minha cabeça, pois a certeza ainda não me dominava. Para saber eu precisaria evidentemente que experimentar.

A cada dia que se passava aquele pensamento ia se solidificando em minha cabeça. Então, certo dia sozinha em casa, meus pais haviam saído, decidi viver a experiência de um relacionamento bissexual. Deixei a minha timidez de lado e construí um perfil em um aplicativo de relacionamento, não queria alguém conhecido. Sem mostrar muito de mim, pois não queria que alguém do meu círculo de amizade descobrisse.

Pois bem, todos os dias navegava por esse aplicativo em busca de alguém que me despertasse a atenção e o tesão. Até que um dia surgiu uma jovem muito atraente e comecei então a pesquisar seu perfil. Seu nome estampado na página era Samantha, mesma idade que eu 19 anos. Chamei-a para uma conversa e ela muito receptiva me respondeu imediatamente e com um jeito muito simpático. Conversávamos sobre vários assuntos. Entendi que ela também havia gostado de mim, e então perguntava sempre quando iríamos nos encontrar. Confesso que eu ainda estava receosa, desconversava um pouco, sempre que o papo se encaminhava para esse encontro. Mas ainda assim, eu havia gostado muito de Samantha, queria me encontrar com ela, mas teria que ser discreto.

Não poderia ser em algum outro lugar a não ser em minha casa, pois eu não era muito de sair e tampouco passar uma noite fora que fosse, meus pais iriam desconfiar. Algumas semanas se passaram, e nós continuávamos a conversar via aplicativo, e nossos papos cada vez mais calorosos e picantes.

Minha irmã, Ana Lúcia, de 17 anos havia acabado de passar no vestibular em uma universidade do Rio Grande do Sul e, teria que fazer sua matrícula presencialmente o quanto antes para não perder a vaga, moramos em São Paulo, e meus pais decidiram que iriam junto com ela já no próximo final de semana. Insistiram para que eu fosse também, mas inventei algumas desculpas e acabei convencendo meus pais.

A partir daquele instante, já comecei a arquitetar como seria a vinda de Samantha até minha casa. Ficava arrepiada, mãos geladas e suando, coração pulsava mais forte quando imaginava toda a situação que estava por ocorrer. Muito bem, nesse mesmo dia, uma quarta-feira, já comuniquei a ela, via aplicativo que haveria a chance de nos conhecermos pessoalmente e ela ficou radiante com a notícia. Começamos então a combinar os detalhes, meus pais e minha irmã iriam sair na manhã de sexta-feira e só regressariam no domingo.

Tamanha era a ansiedade de ambas as partes, que combinamos que Samantha já viesse a minha casa na sexta-feira mesmo a noitinha. Isso nos deixou cheias de expectativas e tesão aflorado, não víamos a hora.

Enfim sexta-feira, meus pais saíram as 5:00 da manhã, me levantei, me despedi deles e voltei a minha cama, mas quem disse que consegui pregar os olhos novamente? Meus pensamentos só tinham uma direção. O dia parecia não passar, se arrastava, e eu cada vez mais ansiosa para a chegada de Samantha. Havíamos marcado entre 18:00 e 19:00 hs.

A tardezinha comecei a me produzir, tomei um belo banho, me depilei e fui cuidar dos meus cabelos e maquiagem. Após, coloquei um lingerie bem sexy e um vestidinho de seda bem leve e sedutor, o coração batia cada vez mais rápido. Já passava das 18:50 hs quando a campainha tocou, acho que fiquei toda ruborizada, corri para abrir a porta, lá estava ela, Samantha, uma morena mais alta que eu e de cabelos compridos até a cintura, muito bonita, atraente e com olhos de jabuticaba. Ficamos nos encarando por alguns segundos, eu estava trêmula, pedi para que entrasse. Vestia uma calça jeans bem apertada, uma blusinha super descolada e despojada deixando transparecer sua barriguinha. Seu cabelo era lindo, bem preto e liso e dava a ela um charme todo especial. Ela me olhou de cima a baixo, com um olhar penetrante, e se aproximou para me cumprimentar. De cara tentou me beijar a boca, mas em um reflexo instintivo me virei e me beijou na bochecha.

Acho que nossos corações pulsavam a milhão, talvez só o meu, eu ainda estava meio insegura em relação a minha opção, mas era o que queria naquele momento. Fomos para a sala e a convidei a tomar alguma bebida, pois talvez isso me deixasse mais relaxada. Abri uma garrafa de vinho e peguei duas taças, sentamos e começamos a conversar, porém a cada olhar uma para outra, o calor subia e queimava minha face.

Com muita simpatia Samantha foi se aproximando de mim e com muito jeito foi pegando em minha mão, acariciando, passando as mãos em meu rosto, ajeitando meu cabelo e falando coisas muito tranquilizantes e relaxantes. Com isso fui me soltando um pouco mais. Ela me olhava com carinho, admiração e ao mesmo tempo com olhos de predadora, querendo me ter em seus braços.

Não deixou de me elogiar um só minuto, dizendo que pessoalmente eu era muito mais bonita e atraente do que as fotos que havia postado no aplicativo, aquilo foi me deixando leve e entregue as suas carícias.

Sentadas lado a lado no sofá, após alguns goles no vinho e algumas tímidas carícias, Samantha passou seu braço em meu pescoço e me puxou tentando me beijar, assustei, mas a vontade e o tesão falaram mais alto, já podia sentir minha calcinha molhada e não me fiz de difícil. Senti aqueles lábios macios, muito diferente de alguns namorados que já beijei. Pude sentir sua língua com muita sutileza em minha boca, algo como nunca senti com algum homem.

Aos poucos o clima entre nós foi se esquentando e tudo foi ficando cada vez mais gostoso, suas mãos já percorriam por todo meu corpo explorando cada pedacinho da minha pele. Beijando-me na nuca e sussurrando em meu ouvido palavras carinhosas misturadas com palavras sacanas, fui tendo cada vez mais certeza de que era aquilo que eu queria. Ela passava a mão em minhas pernas, em meus seios, a esta altura já com os mamilos durinhos de tanto tesão e não se cansava de me beijar e sussurrar.

Com muita sutileza Samantha abaixou a alça do meu vestido, deixando meus seios totalmente a mostra, e então passou a beija-los e deslizar suavemente sua língua em meus mamilos, aquilo me fez subir aos céus, enquanto uma de suas mãos me bolinavam por entre as pernas, podia sentir o mel escorrer, minha calcinha molhadinha e ela já insinuando em tira-la.

Pude perceber que Samantha também estava bastante atraída por mim, dizia que queria me possuir de todo jeito, pois ela nunca havia ficado com uma pessoa tão bonita e que a tenha provocado tanto. O clima estava ótimo. Ela me pôs em pé na sua frente e tirou por completo o meu vestido, e também meu sutiã, deixando-me apenas de calcinha. Sua boca e suas mãos continuavam a percorrer por todo meu corpo, me fazendo sentir arrepios nunca antes sentido.

Eu continuava de pé e ela sentada no sofá, e aos poucos foi descendo minha calcinha e ao mesmo tempo sua língua foi chegando perto da minha bucetinha já bem lubrificada pelo enorme tesão que estava sentindo naquele momento. Samantha também começou a se despir e então pude observar a quanto gostosa ela era. Seios de um tamanho médio, empinadinhos, coxas grossas, quadril bem desenhado, e um bumbum de tirar o fôlego. Eu pensava comigo, meu Deus, que mulher é essa?

Já totalmente despidas, deitamos ali mesmo no sofá e começamos uma sessão de trocas de beijos e carícias que aumentava de intensidade a cada segundo, mas não era o momento ainda de chegarmos a algum finalmente, e começamos a desacelerar um pouco. Levantei-me e tornei a encher novamente as duas taças de vinho, enquanto isso Samantha acendeu um cigarro, ficamos ali conversando, rindo e com carícias uma na outra. A essa altura já não tinha mais nenhuma dúvida de que minha opção foi acertada. Me senti segura, desejada, amada, e acima de tudo, feliz por estar vivendo aquele momento nunca vivido antes.

Após quase uma hora de relaxamento ali naquele sofá, convidei Samantha a ir até meu quarto, no andar superior, moro em um sobrado. Minha cama é de casal, pois sempre gostei de dormir muito confortavelmente e esparramada, deitamos ali e ela elogiou o meu cantinho dizendo que eu parecia ser bem organizada. Novamente começamos a nos pegar e, agora parecia que estávamos com mais vontade ainda uma da outra. Eu abracei Samantha e tomei a iniciativa de chupar-lhe todo seu corpo, nossa respiração cada vez mais ofegante. Ela ficou e me deixou muito a vontade, começamos um roça-roça incrível, os abraços eram cada vez mais apertados, os beijos cada vez mais ardentes.

Samantha se virou de lado na cama e começamos um frenético 69, sua bucetinha peludinha, cheirosa e também bem lubrificada, expunha o prazer que ela também estava sentindo. Ela sugava meu clitóris com tamanha volúpia que me fazia ?subir pelas paredes?, tamanho era o tesão que aquilo me proporcionava. Ela sabia fazer tudo de uma forma, que parecia não ter apenas 19 anos como eu, sua experiência parecia ser de uma mulher já bem mais vivida.

A noite foi se passando, gozamos várias vezes. Entre uma pausa e outra, tomávamos um vinho, Samantha fumava um cigarro, diga-se aqui, talvez o único defeito até aquele momento, pois eu não fumo, mas também não me sinto incomodada com o cheiro do cigarro.

Em uma de nossas pausas, sugeri que assistíssemos um pouco de televisão, e logo me veio à cabeça de colocar um vídeo pornô, o que ela imediatamente concordou. Começamos então assistir um pornô bissexual entre três mulheres, e novamente nosso clima foi se esquentando com aquelas cenas do filme, tentávamos reproduzir algumas e isso só alimentava nosso tesão. Ela me enfiava o dedo e ao mesmo tempo acariciava minha bolinha que se inchava ao sentir aqueles dedos macios e carinhosos.

4:00 hs da manhã e ainda estávamos ali roçando nossas bucetas e nos esfregando. Estávamos cansadas, porém com um sentimento de alivio e relaxadas, realizadas. Deitadas lado a lado, percebi que Samantha fechou seus olhos e pegou no sono, eu ainda fiquei por uns trinta minutos lhe fazendo carícias pelo corpo, porém nada que pudesse incomoda-la. Dormi também.

Acordamos por volta de 11:00 hs do sábado, acordei primeiro e fiquei admirando aquela deusa ali do meu lado dormindo ainda por uns 20 minutos. Ela despertou e ficamos olhando uma pra outra, cada qual contemplando a sua parceira e parecendo cada uma agradecendo a outra pela maravilhosa noite vivida. Nos abraçamos, nos beijamos, demos mais uma roçadinha, alguns gemidos e decidimos nos levantar. Tomamos um banho juntas, nos acariciamos embaixo do chuveiro, nos beijamos, não queríamos que terminasse.

Fomos para o quarto nos trocamos, descemos e fui preparar um café. Conversamos bastante sobre como tudo aconteceu entre nós. Achamos estranho que já no primeiro encontro a química rolou legal entre nós, mas hoje entendemos perfeitamente. Continuamos juntas até hoje e já faz 3 anos. Há muito respeito entre nós, sentimos muito prazer em estarmos juntas, sentimos muito tesão uma pela outra.

O único, porém, é que meus pais e minha irmã até hoje não sabem do meu relacionamento com Samantha, ela continua frequentando minha casa e eu a casa dela, mas temos sempre que planejarmos nossas aventuras amorosas por motéis ou quando nossos pais não estão em casa.